Piadas de Pobre

Marido Pobre

A esposa diz para o marido:

- Se eu soubesse que você era tão pobre, nem teria me casado com você...

O marido responde:

- Mas não foi por falta de aviso. Eu sempre te disse: VOCÊ É TUDO O QUE TENHO!

Barulho no Cemitério

Tarde da noite, o padre passa perto dum cemitério e leva o maior susto quando escuta:

- Hum, hum, hum!

O padre para, reza um Pai Nosso, faz o sinal da cruz, enche-se de coragem e pergunta:

- Do que é que essa pobre alma está precisando?

- Papel higiênico!

Sumindo Com o Dinheiro

A mãe que não havia encontrado os 10 reais que havia deixado na mesinha, diz ao filho:

- Meu filho. Só eu e você estivemos aqui e meu dinheiro sumiu.

A mãe começou a bater o pé...

- E daí? - perguntou o filho.

- Você pegou, devolve!

- Não dá mãe, eu peguei e dei para um menino muito pobre que tava com fome e queria ir na padaria comprar um bolo.

- Quem é esse menino?

- Eu!

Cotoco Nadador

Cotoco não tinha os dois braços e as duas pernas, mas isso não o impediu de praticar natação. Ele começou a nadar com as orelhas e virou uma celebridade, virou nadador profissional. Apareceu no Gugu, deu entrevista no Ratinho, ganhou destaque no Globo Esporte e foi chamado para ir aos Jogos Paralímpicos.

Chegou o grande dia! Uma equipe contratada começa a prepará-lo e outra, especialmente treinada joga Cotoco na piscina, mas para

espanto geral, o pobre Cotoco fica parado no fundo da piscina, obviamente sem se debater, e é retirado às pressas para a superfície.

Ainda assustado com o grupo de curiosos que se forma a sua volta, Cotoco vai recuperando o fôlego. Todos esperam uma explicação para tamanho fracasso até que

cotoco consegue finalmente dizer:

- Quem foi... o miserável que me... colocou... porcaria... dessa touca?

O Buraco do Coveiro

No cemitério o coveiro cavava uma nova cova, mas estava tão distraído que não percebeu que cavava demais. Após algum tempo ele olhou para cima e percebeu que não conseguiria sair dali sozinho. Ele gritou para pedir ajuda, mas ninguém apareceu. Passaram-se várias horas e ele já estava desesperado e com muito frio. Ele então escuta o som de passos e grita mais uma vez por ajuda, até que um bêbado se aproxima do buraco.

- O que aconteceu? - pergunta o bêbado.

- Você tem que me ajudar, eu estou preso nesse buraco, morrendo de frio - explica o coveiro.

O bêbado responde:

- É claro que está com frio, tiraram toda a terra de cima de você. Não se preocupe, pobre mortinho, vou te ajudar!

E o bêbado cuidadosamente começou a enterrar o coveiro.

O Bêbado e os Pastores

Dois pastores estão perdidos e um deles pergunta para um homem que está visivelmente bêbado:

- Com licença, você sabe me informar onde fica a farmácia?

E o bêbado explica:

- Claro, fica ali na esquina virando a direita.

Os pastores agradecem, começam a seguir o caminho mas um pergunta ao outro:

- Será que não deveríamos ajudar aquele pobre homem que tomou o caminho da bebida?

E o outro pastor responde:

- É verdade. Temos o dever de ensinar a palavra do Senhor e ajudar aquele homem.

Eles voltam até o bêbado e perguntam:

- Moço, você gostaria que te ensinássemos o caminho de Deus?

E o bêbado responde:

- Vocês não sabem nem o caminho da farmácia, imagine o caminho de Deus...

O Bode na Sala

Um pai de família passando por sérias dificuldades, que morava numa casinha muito pequena e com muitos filhos, foi pedir ajuda ao pároco da sua cidade. Após escutar seu drama, o padre lhe deu um bode com a recomendação de que, durante uma semana, o homem mantivesse o mesmo na sua sala. Após este prazo, o pobre coitado deveria então retornar a igreja. Passada uma semana, o cidadão retornou.

O padre perguntou:

- E então? As coisas melhoraram?

- Não, seu padre. Não melhorou nada… O bode está nos atrapalhando bastante.

- Então, devolva o bode e volte daqui a uma semana. Disse o padre.

O sujeito devolveu o bode e uma semana depois retornou.

Novamente o padre perguntou:

- E então? As coisas melhoraram?

- Agora sim, seu padre, a minha vida nunca foi tão maravilhosa. Sem o bode a gente tem espaço na sala e não tem mais aquele mau cheiro.

E lá foi o feliz homem de volta à sua casa, agradecido a Deus pela vida que levava.

Gambá Para o Jantar

Um casal muito pobre estava na rua esperando o ônibus, quando um gambá passa vagarosamente ao lado e o homem tem uma ideia:

- Vamos pegar esse gambá para casa para o jantar?

A mulher diz:

- Jamais vamos levar isso no ônibus! Onde colocaríamos esse bicho?

- É só colocar embaixo da sua saia - diz o homem.

- E a catinga? - pergunta a mulher.

O marido diz:

- O gambá que se dane.

O Exterminador de Baratas

Joãozinho chega todo feliz à casa e vai logo contar ao pai a sua última descoberta ''científica''.

- Pai, eu acabei de arrumar uma formula infalível para matar barata.

- E como é mesmo - indaga o pobre pai do menino.

- É muito simples. Você pega sal, um copo de pinga, um palio e uma pedra. Coloca em fila formando um sequência. Primeiro, a barata vai comer o sal pensando que é açúcar, ficará com sede e vai beber a pinga, ficará bêbada, tropeçará no palito, baterá a cabeça na pedra e morre! Pronto, é tiro e queda!

Namoro do Rico e Namoro do Pobre

RICO NAMORANDO:

- Oi, amor!

- Oi, vida!

- Vamos sair pra jantar?

- Claro amor. Vai vir me buscar de quê?

- De Land Rover.

- É claro amor.

- Aww... Te amo!

POBRE NAMORANDO:

- E aí, safada!

- Fala, miséria.

- Onde você tá, cabrita?

- Tô tomando sol na laje.

- Bora da uns rolé na quebrada hoje?

- Depende. Vai me buscar de quê?

- A pé né, ainda não aprendi a voar.

Sem Calcinha na Missa

A mocinha foi à missa usando uma minúscula mini saia e sem calcinha. Sentou-se na primeira fila. O padre celebrou toda a missa vendo aquela jovem. Ao final da celebração, ele a chamou em particular e disse:

- Minha filha, como é que você faz uma coisa dessas?

- Aqui é casa de oração e respeito, como é que você vem pra cá usando uma mini saia tão curta e ainda sem calcinha?

A mocinha, então respondeu:

- Sabe, padre, eu queria muito vir assistir à missa e como sou pobre e não tenho dinheiro pra comprar calcinha, eu vim assim mesmo.

O padre pegou a carteira, tirou uma nota de cem reais, deu para a moça e disse:

- Toma aqui, compre umas calcinhas para você!

Chegando em casa, a moça contou para a mãe o que tinha acontecido e que o padre havia lhe dado cem reais. A mãe então resolveu fazer a mesma coisa pra ver se também ganhava um dinheiro. Na semana seguinte, lá foi ela usando mini saia e sem calcinha para a missa do mesmo padre e sentou-se na primeira fila. Ao terminar a celebração o padre a chamou em particular e a repreendeu:

- Minha senhora, como é que você faz uma coisa dessas?

- Aqui é casa de oração e respeito, como é que você vem pra cá usando uma mini saia tão curta e ainda sem calcinha?

Ela respondeu:

- Sabe, padre, eu queria muito vir assistir à missa e como sou pobre e não tenho dinheiro pra comprar calcinha, eu vim assim mesmo.

O padre pegou a carteira, tirou uma nota de dois reais, deu para a senhora e disse:

- Tome aqui, compre um aparelho de barbear que a senhora está precisando.

Tentação no Confessionário

Uma voz feminina sussura:

— Padre, perdoa-me porque pequei...

— Diga-me, filha, quais são os teus pecados?

— Padre, o demônio da tentação se apoderou de mim, uma pobre pecadora.

— Como é isso, filha?

— Quando eu falo com um homem tenho sensações no corpo que não sei descrever.

— Filha, apesar de padre, eu tambem sou um homem.

— Sim, padre, por isso vim confessar-me com o senhor.

— Bem, filha, como são essas sensações?

— Não sei bem como explicá-las... Neste momento meu corpo se recusa cair de joelhos e necessito ficar mais à vontade.

— Sério?

— Sim, padre, deseja relaxar...O melhor seria deitar-me...

— Como, filha?

— De costas para o piso, padre, até que passe a tensão.

— E que mais?

— É como um sofrimento, em que não encontro palavras para descrever, padre.

— Continue, minha filha.

— Talvez um pouco de calor me alivie.

— Calor?

— Calor, padre, calor humano, que leve alívio ao meu padecer.

— E com frequência é essa tentação?

— Permanente, padre. Por exemplo, neste momento imagino que suas mãos massageando a minha pele me daria muito alívio.

— Filha?

— Sim, padre, me perdoa, mas sinto necessidade de que alguém forte me estreite em seus braços e ne dê o alívio de que necessito.

— Por exemplo, eu?

— Sim, padre, você é a categoria de homem que imagino poder me aliviar.

— Perdoa-me, minha filha, mas preciso saber tua idade.

— Setenta e quatro, padre.

— Filha, vai em paz que o teu problema é reumatismo.

Esmola pro Ceguinho

Um homem, na companhia de um cachorro, pede dinheiro na rua e carrega uma placa onde está escrita e seguinte frase:

"Dê esmola ao pobre ceguinho, pelo amor de Deus."

Um ladrão vê o mendigo e fica observando-o durante um bom tempo. Quando percebe que a caixinha do homem já está cheia de dinheiro, decide roubá-la. Sem medo de ser notado pelo cego, o malandro vai em direção a ele e, no momento em que vai pôr as mãos na grana, é surpreendido pelo sujeito, que começa a lhe dar uma tremenda surra.

O ladrão, então, grita indignado:

— Mas você não é cego?

— Não, cego é o cachorro!

Jogando Praga

Uma senhora pobre, foi a uma festa de macumba. Chegando lá tinha baixado um espirito na mãe-de-santo, e ele pediu a essa senhora:

— Me traga uma garrafa com champanhe pra mim.

E a senhora respondeu:

— Ora eu não compro champanhe pra mim, vou comprar pra você?

E a mãe-de-santo:

— Então vou te jogar uma praga. Você vai ter dor de dente 3 dias e 3 noites seguidos.

E a senhora dando muita risada tirou as dentaduras da boca e disse:

— Você vai jogar a praga na dentadura de cima ou na de baixo.

Meu Pai Tem Tudo

Quando uma professora dava aula a seus alunos sobre as diferenças entre os ricos e os pobres, Júlia levanta o dedo:

— Senhora, meu pai tem tudo: TV, telescópio, DVD, Mercedes...

— Tudo bem, diz a professora, mas será que tem uma lancha?

Júlia reflete e diz:

— Bem, não...

A professora disse:

— Viu, não podemos ter tudo.

— Professora —, disse Artur —, meu pai tem tudo: TV, telescópio, DVD, Mercedes, Lancha,...

— Sim, responde a professora, mas será que tem um avião particular?

Depois de refletir, Artur responde:

— Bem, não...

— Está vendo que não se pode ter tudo na vida? — disse a professora.

Joãozinho levanta o dedo e diz:

— Professora, meu pai, agora, tem tudo.

— Será? — disse a professora.

— Certeza. Pois sábado passado, quando minha irmã apresentou o novo namorado, pagodeiro, de cabelo descolorido, bonezinho virado, cueca aparecendo. O papai disse: "Era só o que me faltava!"

Ultrapassado Pela Brasília

Um argentino muito rico andava muito rápido com a sua Ferrari, mas de repente um pobre brasileiro o ultrapassa com sua Brasília caindo aos pedaços. O argentino irritado acelerou ao máximo sua máquina e já ultrapassava novamente a Brasília. Alinhando ao lado da Brasília, o argentino debochando diz:

— E agora, o que vai fazer?

O brasileiro responde:

— Engatar a segunda!

Onde Fica o Banheiro?

Uma família inglesa foi passar as férias na Alemanha. Durante um de seus passeios, os membros da referida família, gostaram de uma pequena casa de verão que era alugada para temporadas. Falaram com o proprietário, um Pastor Protestante pediram-lhe que mostrasse a casa, a qual muito agradou aos visitantes. Combinaram então, alugá-la para o verão vindouro. Regressando à Inglaterra, discutiam os planos para as próximas férias, quando o chefe da família lembrou-se de não ter visto o banheiro. Confirmando o sentido prático dos ingleses, escreveu ao Pastor, para obter pormenores. A carta foi redigida assim:

"Sou membro da família que há pouco o visitou com a finalidade de alugar sua propriedade no próximo verão, mas como esquecemos de um importante detalhe, muito lhe agradeceríamos se nos informasse onde se encontra o W.C. Aguardando a sua resposta, etc, etc..."

O Pastor Protestante, não compreendendo o sentido exato da abreviatura W.C. mas julgando tratar-se da capelinha inglesa White Chapel, respondeu nos seguintes termos.

"Dear Sir,

Recebi sua carta e tenho o prazer de comunicar-lhe que o local a que se refere fica a 12 Km da casa. Isto é muito incômodo, sobretudo para quem tem o hábito de ir lá diariamente. Neste caso é preferível levar comida e ficar o dia todo. Alguns vão a pé, outros de bicicleta. Há lugar para 400 pessoas sentadas e mais 100 em pé. Há ar condicionado para evitar os inconvenientes da aglomeração. Os assentos são de veludo.

Recomenda-se chegar cedo para conseguir lugar para sentar. As crianças sentam-se ao lado dos adultos e todos cantam em coro. Na entrada é fornecida uma folha de papel a cada pessoa, mas se alguém chegar depois, pede a do vizinho. Essa folha deve ser usada durante todo o mês. As crianças não recebem folhas, dado o número limitado das mesmas. Existem amplificadores de sons, de modo que, quem não entra, pode acompanhar os trabalhos lá de fora, pois se ouvem os mínimos sons.

Ali não há qualquer preconceito, pois todos se sentem irmanados, sem distinção de sexo ou cor. Tudo o que se recolhe lá é para os pobres da região. Fotógrafos por vezes tiram fotografias para o jornal da cidade, para que todos possam ver seus semelhantes no cumprimento do dever humano."

Crime do Cabeçudo

Na cidade havia um senhor cujo apelido era Cabeçudo. Nascera com uma cabeça Grande, dessas cuja boina dá pra botar dentro, fácil, fácil, uma dúzia de Laranjas. Mas fora isso, era um cara pacato, bonachão e paciente. Não gostava, é claro, de ser chamado de Cabeçudo, mas desde os tempos do grupo escolar, tinha um chato que não perdoava. Onde quer que o encontrasse, lhe dava um tapa na cabeça e perguntava:

— Tudo bom, Cabeçudo?

O Cabeçudo, já com seus quarenta e poucos anos, e o cara sempre zombando dele. Um dia, depois do milésimo tapão na sua cabeça, o Cabeçudo meteu a faca no zombeteiro e matou-o na hora. A família da vítima era Rica; a do Cabeçudo, pobre. Não houve jeito de encontrar um advogado para defendê-lo, pois o crime tinha muitas testemunhas. Depois de apelarem para advogados de Minas e do Rio, sem sucesso algum, resolveram procurar um tal de "Zé Caneado", advogado que há muito tempo deixara a profissão, pois, como o próprio apelido indicava, vivia de porre. Pois não é que o Zé Caneado aceitou o caso? Passou a semana anterior ao julgamento sem botar uma gota de cachaça na boca! Na hora de defender o Cabeçudo, ele começou a sua peroração assim:

— Meritíssimo juiz, honrado promotor, dignos membros do júri.

Quando todo mundo pensou que ele IA continuar a defesa, ele repetiu:

— Meritíssimo juiz, honrado promotor, dignos membros do júri.

Repetiu a frase mais uma vez e foi advertido pelo juiz:

— Peço ao advogado que, por favor, inicie a defesa.

Zé Caneado, porém, fingiu que não ouviu e:

— Meritíssimo juiz, honrado promotor, dignos membros do júri.

E o promotor:

— A defesa está tentando ridicularizar esta corte!

O juiz:

— Advirto ao advogado de defesa que se não apresentar imediatamente os seus argumentos…

Foi cortado por Zé Caneado, que repetiu:

— Meritíssimo juiz, honrado promotor, dignos membros do júri.

O juiz não aguentou:

— Seu moleque safado, seu bêbado irresponsável, está pensando que a justiça é motivo de zombaria? Ponha-se daqui para fora antes que eu mande prendê-lo.

Foi então que o Zé Caneado disse:

— Senhoras e Senhores jurados, esta Côrte chegou ao ponto em que eu queria chegar... Vejam que se apenas por repetir algumas vezes que o juiz é meritíssimo, que o promotor é honrado e que os membros do júri são dignos, todos perdem a paciência, consideram-se ofendidos e me ameaçam de prisão... pensem então na situação deste pobre homem, que durante quarenta anos, todos os dias da sua vida, foi chamado de Cabeçudo!

Cabeçudo foi absolvido, e o Zé voltou a tomar suas cachaças em Paz.

Conteúdo Escrotal de Testículos

Um grupo de estudantes da UFPI foi fazer uma pesquisa no recanto mais seco e desolado do Ceará, para descobrir como aquelas famílias conseguem sobreviver naquela seca tremenda.

Chegando lá se hospedaram em casa de um sertanejo muito pobre. Moravam 29 pessoas numa pequena tapera de cerca de 10 metros quadrados de pura indigência.

Começaram a observar os hábitos daquela família. Tudo anotavam. Nada escapava dos olhares daqueles estudantes sedentos de descobertas.

Uma certa noite, reunidos no pequeno terreiro, céu pleno de estrelas, uma maravilha só, conversavam quando uma palavra chamou a atenção de um dos jovens; o chefe da família sempre se referia ao conteúdo escrotal de testículos. O jovem estranhou essa palavra tão difícil ser pronunciada naquela região remota. Não contendo a curiosidade, perguntou:

— Meu caro amigo, me admira muito o senhor, aqui nessa região sem cultura, isolado do resto do mundo, onde falta comida, água, escola, as crianças vivem se protegendo embaixo das árvores para o vento não carregá-las, e o senhor fala tão difícil... que cultura!

O calejado senhor respondeu:

— Cultura nada, meu rapaz. É previnição mesmo. Ocê já pensou, nesta seca danada, nesta fome tremenda, se eu dissesse que isso aqui é ovo eu já estava capado há muito tempo!

Perdidos no Deserto

Um dia um padre e uma freira estavam cruzando o deserto como missionários de uma igreja, que atende os pobres. De repente o cavalo em que eles estavam cai morto no meio do deserto, e depois de dias perdidos no deserto sem água os dois entram em desespero:

— Padre e agora, estamos sem cavalo e sem água perdidos a dias, o que vamos fazer?

— O jeito é confessarmo-nos antes de morrer, nossos desejos de vida.

— É mesmo! E qual é o seu desejo padre?

— Sabe, eu nunca vi uma freira sem as vestes, eu gostaria de ver uma agora!

A freira para atender o pedido do padre fez um último sacrifício e tirou toda suas vestes e ficou completamente nua. E o padre só olhando e fala:

— Hum! E você irmã qual o seu desejo?

— Eu também nunca vi um padre pelado, eu gostaria de ver um agora!

E o padre retirou a suas vestes todo empolgado, e com seu membro erguido. A freira olha o meio das pernas do padre espantada e fala:

— Padre! O que é esse negócio grande no meio de suas pernas?

— Irmã, isso é um membro viril e que introduzido num buraco gera uma vida!

A freira toda empolgada:

— Então, o que está esperando, enfia logo no cu do cavalo, pra ver se ele ressuscita e tira agente daqui!

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