O ospício 2

Todos os dias à tarde a moça passava em uma calçada que tinha um muro muito alto, e sempre ouvia gritos desesperados:tô podre, tô podre.

Ela já não aquentava de tanta curiosidade e resolvel olhar. Subiu no muro, era um hospício. O louco enfiava o dedo no cú e cheirava e gritava: tô podre, tô podre.

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